UMA HISTÓRIA PARA CRIANÇAS
Era uma vez uma menina muito linda, que há muitos, muitos anos perdeu o seu brinquedo preferido que era um monchichi de peluche, muito fofinho e bochechudo que a acompanhava para todo o lado.
Um dia saiu de casa com ele e foi brincar com as suas amiguinhas para o jardim.
Ao chegar a casa verificou que se tinha esquecido dele em cima do baloiço.
Correu quanto as suas jovens pernitas podiam na direcção do jardim, mas já não o encontrou onde o tinha deixado e ficou muito desgostosa, angustiada, triste e dolorida.
Muito preocupado e infeliz estava também o monchichi que não sabia da sua linda dona, a sua flor “pétala de papoila”, como lhe chamava, e começou logo a procurá-la.
Começou por calcorrear todo o Mundo o que fez quatro vezes seguidas, mas sem resultado…
Chegou mesmo a ir á Lapónia perguntar ao Pai Natal se tinha visto uma linda menina de olhos cor do mar, cabelos cor do trigo, elegante como uma gazela, mas nem mesmo o velhote e simpático Pai Natal sabia da sua linda menina.
Depois pensou que talvez desse resultado ir procurá-la de barco, porque ela sabia nadar muito bem e talvez andasse a nadar pelos sete imensos, profundos e azuis mares.
Mas, também não deu resultado, nem mesmo perguntando aos nossos lobos-do-mar, Vasco da Gama e Infante D. Henrique.
Não… também eles não tinham visto a sua linda flor.
Restava-lhe procurá-la pelo ar, pelos imensos Céus azuis do nosso maravilhoso e redondinho planeta Terra.
E então começou a voar… voar… voar… sobrevoando o Pacífico ao lado de Cegonhas, sobrevoando o Atlântico ao lado de Gaivotas, sobrevoando o Indico ao lado de Andorinhas, outras vezes ao lado de enormes ruidosos e coloridos aviões e então aproveitava para sorrir e dizer adeus aos passageiros e é num desses voos que lhe pareceu ter visto a sua dona, a sua mais que tudo… a sua florinha vermelha.
Ficou felicíssima e de tanta felicidade começou a voar às cambalhotas e às ondas, como fazem os simpáticos golfinhos quando nadam e brincam no nosso rio Sado, e é nessa altura que encontra lá nas nuvens o”anjo sabe tudo “ e lhe pergunta:
-“ Anjo sabe tudo, sabes se aquela menina que eu vi naquele avião colorido de vermelho e verde é a Carlinha… a minha dona”?!...
-“Ora deixa cá ver se é o Eusébio ou a Amália que vão aqui a voar!..”
- “ É o Eusébio, por isso posso dizer-te com muita confiança que é um avião da TAP e é lá que vai a tua querida dona… a tua linda Carlinha, a tua “pétala de papoila”.
-“ Obrigado anjo “sabe tudo”… obrigado, vou já voar para ela, tenho tantas… tantas…tantas… saudades da minha querida florinha...”
A sua dona entretanto tinha crescido e era uma simpática hospedeira da TAP.
-“ Espera … espera… Monchichi, não a perturbes agora que está a trabalhar, nunca se deve interromper quem trabalha, trabalho é trabalho cognac é cognac, vai antes a casa dela, eu dou-te as coordenadas e assim podes encontrá-la facilmente e comemorar o reencontro como deve ser comemorado, com tempo, emoção, alegria, afectos, beijinhos, abraços e muita sensibilidade.
E assim foi feito e hoje 14 de Outubro de 2010, estou a comemorar este feliz acontecimento com muita alegria, felicidade beijinhos e abraços, em boa companhia e não me canso de dizer:
-“ Carlinha como és tão linda, como eu gosto tanto de ti, tive tantas saudades tuas.”
E ela responde-me:
-“ Monchichi, meu fofinho… meu bochechudo… como eu te adoro tanto!”
Mário Miranda
Era uma vez uma menina muito linda, que há muitos, muitos anos perdeu o seu brinquedo preferido que era um monchichi de peluche, muito fofinho e bochechudo que a acompanhava para todo o lado.
Um dia saiu de casa com ele e foi brincar com as suas amiguinhas para o jardim.
Ao chegar a casa verificou que se tinha esquecido dele em cima do baloiço.
Correu quanto as suas jovens pernitas podiam na direcção do jardim, mas já não o encontrou onde o tinha deixado e ficou muito desgostosa, angustiada, triste e dolorida.
Muito preocupado e infeliz estava também o monchichi que não sabia da sua linda dona, a sua flor “pétala de papoila”, como lhe chamava, e começou logo a procurá-la.
Começou por calcorrear todo o Mundo o que fez quatro vezes seguidas, mas sem resultado…
Chegou mesmo a ir á Lapónia perguntar ao Pai Natal se tinha visto uma linda menina de olhos cor do mar, cabelos cor do trigo, elegante como uma gazela, mas nem mesmo o velhote e simpático Pai Natal sabia da sua linda menina.
Depois pensou que talvez desse resultado ir procurá-la de barco, porque ela sabia nadar muito bem e talvez andasse a nadar pelos sete imensos, profundos e azuis mares.
Mas, também não deu resultado, nem mesmo perguntando aos nossos lobos-do-mar, Vasco da Gama e Infante D. Henrique.
Não… também eles não tinham visto a sua linda flor.
Restava-lhe procurá-la pelo ar, pelos imensos Céus azuis do nosso maravilhoso e redondinho planeta Terra.
E então começou a voar… voar… voar… sobrevoando o Pacífico ao lado de Cegonhas, sobrevoando o Atlântico ao lado de Gaivotas, sobrevoando o Indico ao lado de Andorinhas, outras vezes ao lado de enormes ruidosos e coloridos aviões e então aproveitava para sorrir e dizer adeus aos passageiros e é num desses voos que lhe pareceu ter visto a sua dona, a sua mais que tudo… a sua florinha vermelha.
Ficou felicíssima e de tanta felicidade começou a voar às cambalhotas e às ondas, como fazem os simpáticos golfinhos quando nadam e brincam no nosso rio Sado, e é nessa altura que encontra lá nas nuvens o”anjo sabe tudo “ e lhe pergunta:
-“ Anjo sabe tudo, sabes se aquela menina que eu vi naquele avião colorido de vermelho e verde é a Carlinha… a minha dona”?!...
-“Ora deixa cá ver se é o Eusébio ou a Amália que vão aqui a voar!..”
- “ É o Eusébio, por isso posso dizer-te com muita confiança que é um avião da TAP e é lá que vai a tua querida dona… a tua linda Carlinha, a tua “pétala de papoila”.
-“ Obrigado anjo “sabe tudo”… obrigado, vou já voar para ela, tenho tantas… tantas…tantas… saudades da minha querida florinha...”
A sua dona entretanto tinha crescido e era uma simpática hospedeira da TAP.
-“ Espera … espera… Monchichi, não a perturbes agora que está a trabalhar, nunca se deve interromper quem trabalha, trabalho é trabalho cognac é cognac, vai antes a casa dela, eu dou-te as coordenadas e assim podes encontrá-la facilmente e comemorar o reencontro como deve ser comemorado, com tempo, emoção, alegria, afectos, beijinhos, abraços e muita sensibilidade.
E assim foi feito e hoje 14 de Outubro de 2010, estou a comemorar este feliz acontecimento com muita alegria, felicidade beijinhos e abraços, em boa companhia e não me canso de dizer:
-“ Carlinha como és tão linda, como eu gosto tanto de ti, tive tantas saudades tuas.”
E ela responde-me:
-“ Monchichi, meu fofinho… meu bochechudo… como eu te adoro tanto!”
Mário Miranda

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